“oh, we can pop bottles all night, baby, you can have whatever you like”

When it rains on this side of town
15:51 quarta-feira, 12 de janeiro de 2011 topo início

Por trás da sua janela você pode ouvir o barulho da chuva caindo sobre as folhas das árvores. Você pode fechá-la se for um dia comum, um daqueles dias em que o silêncio toma conta de tudo ao nosso redor, e você só pode ouvir o barulho dos sonhos brincando com as mentes inquietas dos ingênuos seres humanos. Ingênuos, porque mal sabem que atrás de cada sonho inconsciente está um desejo profundo. Alguns tentamos reprimir a todo custo, e são esses mesmos que nos assombram até o momento que nos rendemos, e decidimos enfrentá-los. Ingênuos, porque achamos que nosso maior predador é o lado externo, sem saber que nossos sentimentos podem ser nossos piores inimigos. E são, na maioria das vezes. É por isso que nós não deveríamos amar. É por isso que nós não deveríamos nos entregar a algo que nos machuca, nos deixa sangrando e fixa-se em nós até quando quiser. Às vezes, para sempre. Às vezes, por um verão. Às vezes, apenas por uma noite. Mas quem somos nós para julgar a nós mesmos? Deixe-nos amar.






what the freaking fuck
"the big screens, the plastic-made dreams"
Eu deveria saber? Jura? Eu deveria simplesmente desvendar todos os mistérios que estão presos nas entrelinhas desse mundo de tocos e de tolos? Como posso me manter estável em um lugar onde as regras mudam todos os dias? Oh, senhores, não me condenem. Eu não fiz por mal. Juro pra vocês que não foi por mal.

tell me why
"you all need to explain yourselves"

Oh, Dear Elle
"We're all mad here. I'm mad. You're mad."
"How do you know I'm mad?"
"You must be, or you wouldn't have come here."